sexta-feira, 16 de junho de 2006
Ferreira vai ficar sem cinema.
Valores.
Podia até comparar as festas/actividades do Concelho com as de Alvaiázere, por exemplo, e mostrar a enorme discrepância entre uma e outra.
Lamentar-me de termos autarcas que não apostam em cheio no Turismo, na chamada de pessoas nesta altura do ano, dando-lhes um Programa de Actividades e Festas digno de um Concelho como Ferreira do Zêzere.
Não temos Tony´s, The Gift´s como o concelho do lado, Festivais Internacionais de Folclore, Exposições, Marchas de todas as Freguesias, etc., etc.
Mas não, prefiro não falar.
Antes quero falar na Verdade, no Bom Senso, no Equilíbrio, na Justiça, no Bem e na prática de todos estes valores.
Pratiquemo-los, é o que peço.
O mundo estaria muito melhor se as pessoas se guiassem por eles, evitariam muitos males.
O Mundo, a Vida, tem que ser Justa, Equilibrada, Confiante, sob pena de não se alcançar a Bonança.
Até à próxima edição, caros leitores.
quarta-feira, 14 de junho de 2006
Obrigado.

Há alturas em que olhamos para o céu e gritamos "Obrigado". "Obrigado" por termos tido a sensatez de esperarmos respostas, de tomarmos decisões acertadas. O Mundo, a Natureza tem que ter Equilíbrio, Justiça, senão não faria sentido existirem. Quando assim é, perde-se a angústia, o receio, a tristeza, e volta o encanto, o belo, o optimismo, a vontade.
"Obrigado" pela força, pelo sexto sentido, pela confiança nos valores, nos sentimentos, nos ideais sublimes e superiores.
terça-feira, 13 de junho de 2006
Estamos a ficar na traseira dos concelhos vizinhos.
segunda-feira, 12 de junho de 2006
Porque será!?
domingo, 11 de junho de 2006
sábado, 10 de junho de 2006
Quando o impossível acontece.
Quando o impossível acontece, tomam-se decisões que julgavamos impossíveis, recebem-se decisões que julgavamos impossíveis e recebemos o destino que julgavamos impossível.
Factos ou não factos, verdades ou não verdades, sentir ou não sentir, lutar ou não lutar.
Os sentimentos não se medem, medem-se as acções que os tentam provar.
Perde-se muito, guardam-se recordações únicas, próprias.
Porquê a nós, é a pergunta que toda a gente faz!?
sexta-feira, 9 de junho de 2006
Divulgação.
quinta-feira, 8 de junho de 2006
Finalmente, descentralização das Assembleias Municipais.
segunda-feira, 5 de junho de 2006
sábado, 3 de junho de 2006
Mail Recebido.
quinta-feira, 1 de junho de 2006
Turmas "especiais".
quarta-feira, 31 de maio de 2006
O frasco de maionese.
terça-feira, 30 de maio de 2006
O balde.
segunda-feira, 29 de maio de 2006
Louvor.

sexta-feira, 26 de maio de 2006
Pingo Doce em Ferreira do Zêzere.
O "maestro" voltou à Luz.
quarta-feira, 24 de maio de 2006
Festas do Concelho!?.
terça-feira, 23 de maio de 2006
segunda-feira, 22 de maio de 2006
Mail Recebido.
Seja através da aquisição de parte das nossas empresas, seja levando as nossas empresas à falência por fazerem melhor, seja inundando as nossas ruas com as suas lojas (Zara, Roca, Corte Inglês, e por aí fora), ficando com parte (grande, demasiado grande) da água dos nossos rios ou até levando os nossos futebolistas.
Agora tudo isso mudou!
Agora temos um novo Afonso Henriques!
Albertino de Figueiredo, presidente da AFINSA conseguiu enganar quase todos os espanhóis por quase todo o tempo e burlou-os em cerca de 1.005 milhões de euros!
Viva o Albertino, que nos devolveu o orgulho! Viva Portugal!
Façam-lhe uma estátua!
E quando um espanhol o chatear, diga-lhe "Vai mas é comprar selos, ó panasca!"
domingo, 21 de maio de 2006
Centro de Estágios de Desportos Náuticos.
Presidente da Câmara não comparece.
terça-feira, 16 de maio de 2006
Filme de Dornes em destaque no DN de ontem.

"Na pequena e isolada aldeia do concelho de Ferreira do Zêzere"
segunda-feira, 15 de maio de 2006
Combustíveis na Venezuela mais baratos do que a água.
Vida.

sábado, 13 de maio de 2006
Águia "Glorioso" vai namorar com "Vitória".
quinta-feira, 11 de maio de 2006
Benfica.
quarta-feira, 10 de maio de 2006
Não são padres, mas podem fazer casamentos, baptizados e funerais.
Engano, ou não.
Ministra da Cultura em Ferreira.
terça-feira, 9 de maio de 2006
Receios.

Deixam-nos ansiosos, na expectativa, parece que andamos no fio da navalha. A vida em nada ajuda, pois vivemos numa constante correria contra o tempo, de forma a conseguirmos ter estabilidade. Não existe, parece que não quer existir.
Há alturas em que o melhor era não termos ambições, objectivos. Não nos sentiríamos defraudados quando algo não corre como deveria correr.
Há uma imensidão de coisas que gostaríamos que fossem feitas num curto espaço de tempo e de forma fácil. Mas não, é difícil e demora tempo.
Hoje está-se bem, amanhã já não. Assim vão e vêm as notícias.
Quando alguém próximo não está bem, nós não conseguimos estar bem.
O quanto custa ter de abdicar de alguém por força de outro alguém. O quanto custa amar alguém que está longe, que queríamos ter por perto e sempre.
Quem me dera controlar o destino, torná-lo certo, guiá-lo para onde eu quisesse.
Cresce a intimidade, a ligação, o sentimento, o amor. Sentimo-nos dependentes, muito dependentes. Uma dependência arriscada, receosa, mas uma dependência que é precisa, que tem que existir, sob pena de nada se sentir.
domingo, 7 de maio de 2006
Finalmente.
Congresso do PS.
quinta-feira, 4 de maio de 2006
Esclarecimento do Paulo Alcobia Neves
Caro Bruno,
Caros Participantes deste Blog,
Há cerca de aproximadamente quatro anos, um grupo de pessoas que incluia o Sr. Arquitecto Keil do Amaral, detentor (conjuntamente com sua mãe) do espólio de Alfredo Keil, o Professor Doutor Luís Mota Figueira, director do Departamento de Gestão Turística e Cultural do Instituto Politécnico de Tomar e Director do Museu de Riachos e o subscritor deste esclarecimento enquanto representante da Culturzêzere e dinamizador da iniciativa foram recebidos pelo Sr. Presidente da Câmara Municipal de Ferreira do Zêzere a quem apresentaram uma proposta no sentido de se instalar na Casa do Adro um Museu dedicado á vida e obra de Alfredo Keil.
Esta proposta foi aparentemente acolhida com interesse e acarinhada pelo Sr. Presidente Luís Pereira. A família cederia, na forma de depósito e por um período de 25 anos, este espólio ao Município, a Câmara disponibilizaria o edifício da Casa do Adro e algum espaço envolvente e atribuiria um subsídio mensal para a manutenção do Museu e, por fim, a Culturzêzere e o Departamento de Gestão Turística e Cultural assegurariam e dinamizariam a gestão do espaço e do Museu.
Na altura a ideia foi acarinhada pelo Sr. Presidente contudo, pouco tempo depois, chegou ao nosso conhecimento, através de pessoas amigas, que surgira um outro projecto para a Casa do Adro, mais vocacionado para a criação, naquele espaço, de um Museu Rural com ateliers de artes e ofício tradicionais. A existência desse projecto foi-nos posteriormente confirmada pela publicação do projecto num Forum da JSD de Ferreira do Zêzere, pela sua divulgação no programa eleitoral do PSD nas últimas autárquicas e, verbalmente, por algumas pessoas com responsabilidades políticas no Concelho.
Lamento obviamente o facto de Ferreira do Zêzere não aproveitar a oportunidade de ter um Museu dedicado a Keil e em simultâneo ao Hino Nacional. Fico triste ao pensar nas centenas de excursões, nomeadamente de estudantes, que iriam acorrer a um espaço destes e o impacto que isso poderia ter no comércio local e na promoção e divulgação de Ferreira do Zêzere. Contudo não posso ir contra a vontade de pessoas que foram legitimamente mandatadas pelo povo para dirigir o nosso Concelho. O espaço é camarário e por isso compete á Câmara, estejamos de acordo ou não, decidir o que quer fazer do mesmo.
Espero, enquanto Ferreirense, que a Casa do Adro possa vir a ser aproveitada como espaço cultural, pelo respeito que o imóvel nos merece, para o bem da nossa comunidade e para o progresso da nossa Economia.
Como sempre estarei disponível para ajudar e colaborar no que for necessário como sempre o fiz, desinteressadamente, independentemente das ideologias, independentemente das siglas que elegeram as pessoas, sempre com o sentido de cidadania que, há muito, rege a minha forma de tentar contribuir para um Concelho melhor.
Agradeço Bruno a tua preocupação e a dedicação que tens posto no desempenho dos teus cargos políticos, apesar de nem sempre concordar com as tuas tomadas de posição, ou do teu Partido e espero com este esclarecimento contribuir para um debate que me parece oportuno e muito interessante.
Despeço-me com amizade,
Paulo Alcobia Neves
quarta-feira, 3 de maio de 2006
Que fazer com a Casa do Adro?!
terça-feira, 2 de maio de 2006
Saudade.

Saudade,
Palavra nossa, nacional.
Palavra que dói, que faz mossa, que amolga.
Sentimo-nos sós, precários, temos saudade.
Saudade diz muito, custa muito,
Que passe, mas que dure.
Somente passe com a presença,
Mas que dure com a ausência.
Sinónimo de amor, de carinho, de afecto.
Saudade é ter falta de, é querer estar com,
Saudade é dura, que seja geradora de felicidade,
De prova, de amor.
Saudade, sentimento, palavra.
Tenho saudade, não quero ter, mas prefiro ter.
Que seja breve, que seja forte.
segunda-feira, 1 de maio de 2006
Assembleia Municipal.
sábado, 29 de abril de 2006
Relembrar.
quarta-feira, 26 de abril de 2006
Ser sincero.
sexta-feira, 21 de abril de 2006
Já se treinam, by Zézinho.
Pois é, já assisti aos treinos para o novo concurso. O "passa pelo meio". Já se sabe o local, a rotunda da cepsa com o perfil, com ou sem boxers. Já há quem troque volvos por motos.quarta-feira, 19 de abril de 2006
A importância da pontuação.
Ponto e Vírgula...
DEIXO MEUS BENS À MINHA IRMÃ NÃO A MEU SOBRINHO JAMAIS SERÁ PAGA A CONTA DO ALFAIATE NADA DOU AOS POBRES
Morreu antes de fazer a pontuação.
Para quem ele deixou a fortuna?
1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã ? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada dou aos pobres."
2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
"Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada dou aos pobres."
3) O alfaiate pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
"Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate. Nada dou aos pobres."
4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabichão, fez a seguinte interpretação:
"Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate? Nada! Dou aos pobres."
Assim é a vida. Somos nós que colocamos, os pontos e as vírgulas... E isso faz a diferença!!
PS anuncia presença de Ascenso Simões.
terça-feira, 18 de abril de 2006
Frase.
segunda-feira, 17 de abril de 2006
Partido Socialista divulgou Logotipo de Boletim.

domingo, 16 de abril de 2006
Perfil de Rotunda já tem "boxers".
sexta-feira, 14 de abril de 2006
A Vida.

Já dizia Roger Bussy em “Maximes d’Amour pour les Femmes, “Quando não se ama demais, não se ama o suficiente”.
Eu cá trato de viver os momentos que eu gosto ao máximo. A vida muda de um dia para o outro. Num dia estamos em baixo, no outro estamos francamente melhor. Confesso que não consigo conjugar estes dois momentos. Não sei esperar, mas tenho que esperar, a isso me obriga o tempo.
Estar-se feliz é estar-se bem, é ter motivação para acordar, para gozar o dia, a noite. Estar-se feliz é ter alguém que nos faça feliz, que nos queira, que nos admire. Que bom que é quando a temos, quando para ela também vivemos.
Que energia que se tem. A vida quase que parece um filme daqueles com finais felizes.
Tudo parece querer dar certo. Quando assim é, merecia dar mesmo certo.
Entregamo-nos mutuamente, como querendo dizer que somos da outra pessoa, com transparência, com total franqueza. Dizemos o que sentimos.
Adormecemos e acordamos a pensar na outra pessoa, como que uma incessante precariedade nos tomasse a mente. Sentimos falta, falta dos momentos, falta da presença, falta das palavras.
Que importância tudo isto tem. Sentimo-nos completos, sorrimos constantemente. Há porém que alimentar tudo isto, esforçando-nos, compreendendo-nos, revitalizando e quebrando toda a monotonia de duas vidas ocupadas e opostas. Fácil, quando se quer.
Consegue-se, eu acredito.
quinta-feira, 13 de abril de 2006
Curiosidade única.
Lícitos "correctivos" corporais dados a crianças deficientes.
A mulher tinha sido indiciada por diversas situações: daria palmadas e estaladas às crianças, fechá-las-ia em quartos escuros quando estas se recusavam a comer. Foi condenada por apenas um caso (o tribunal considerou que, pelo menos por duas vezes, amarrou os pés e as mãos de um menino de sete anos, como forma de evitar que saísse da cama e perturbasse o seu sono), tendo sido condenada com pena suspensa. O Ministério Público recorreu, mas não lhe foi dada razão. O Supremo disse, aliás, que fechar crianças em quartos é um castigo normal de um "bom pai de família". E que as estaladas e as palmadas, se não forem dadas, até podem configurar "negligência educacional"."Qual é o bom pai de família que, por uma ou duas vezes, não dá palmadas no rabo dum filho que se recusa ir para a escola, que não dá uma bofetada a um filho (...) ou que não manda um filho de castigo para o quarto quando ele não quer comer? Quanto às duas primeiras, pode-se mesmo dizer que a abstenção do educador constituiria, ela sim, um negligenciar educativo. Muitos menores recusam alguma vez a escola e esta tem - pela sua primacial importância - que ser imposta com alguma veemência. Claro que, se se tratar de fobia escolar reiterada, será aconselhável indagar os motivos e até o aconselhamento por profissionais. Mas, perante uma ou duas recusas, umas palmadas (sempre moderadas) no rabo fazem parte da educação", dizem os juízes, num acórdão proferido na semana passada.
terça-feira, 11 de abril de 2006
Assembleia Municipal.
(SESSÃO PÚBLICA NO DIA 29//04/2006)
Nos termos e para os efeitos da alínea b) do n.º 1 artigo 54º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, alterada e republicado pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro e do Regimento, convoco todos os membros da Assembleia Municipal a comparecer no Edifício da Biblioteca Municipal para a 2.ª Sessão Ordinária daquele Órgão, a realizar pelas 15 horas e 30 minutos, do dia 29 do corrente mês de Abril, com a seguinte ORDEM DE TRABALHOS:
Período de antes da ordem do dia:
1.- Período de tempo reservado à intervenção do público, nos termos do n.º 6 do art.º 84 da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, alterada e republicada pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro;
2.- Análise e discussão de assuntos gerais de interesse para a Autarquia, nos termos do art.º 86 da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, alterada e republicada pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro.
Período da ordem do dia:
1.- Apreciação e votação dos documentos de prestação de contas nos termos da alínea c) do n.º 2 do artigo 53.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro;
2.- Análise, discussão e votação do pedido de autorização para contracção de empréstimo no valor de 680.411,00 € (seiscentos e oitenta mil quatrocentos e onze euros) nos termos da alínea d) do n.º 2 do artigo 53.º da Lei n.º 169/99 de 18 de Setembro, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro;
3.- Análise, discussão e votação do projecto de Regulamento de cedência de lotes de terreno para implantação de instalações industriais, comerciais e/ou de serviços na Zona Industrial de Lameiras, nos termos da alínea a) do n.º 2 do artigo 53.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro;
4.- Eleição do representante na “Comissão Municipal de Economia”, nos termos da alínea b) do n.º 4 do artigo 7.º da Lei n.º 12/04, de 30 de Março;
5.- Apreciação e votação de duas propostas apresentadas pelo Deputado Municipal Fernando António dos Santos Ideias sobre:
a) Constituição de um grupo de trabalho para acompanhar e contribuir para uma melhor revisão dos Planos e intervenção harmoniosa;
b) Criação de um gabinete de apoio aos Deputados da Assembleia Municipal (espaço para reuniões) e disponibilização pela Câmara Municipal de transporte trimestral para acompanhamento das actividades desenvolvidas pela Câmara.
6.- Apreciação da informação escrita apresentada pelo Senhor Presidente da Câmara Municipal, nos termos da alínea e), do n.º 1 do art.º 53º, da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, alterada e republicada pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro;
Ferreira do Zêzere, 11 de Abril de 2006.
António Fernando Lopes Carraço
A minha vida.
segunda-feira, 10 de abril de 2006
Jantar 25 de Abril - Apresentação de Folheto.
Aproxima-se o dia que a todos nós diz respeito. O dia em que o povo saiu à rua e mudou decisivamente o rumo político e social do nosso País.
Passados 32 anos, o 25 de Abril continua a ser um marco histórico incontornável, fonte de força e mudança, que imortalizou o verdadeiro sentido da Liberdade e da Democracia.
Contudo, compete-nos não deixar esta data cair em esquecimento.
Para tal, contamos consigo, no jantar* de convívio do Partido Socialista de Ferreira do Zêzere, a realizar no próximo dia 24 de Abril, pelas 20h00, no restaurante “Noite Azul” em Besteiras, Ferreira do Zêzere.
Será apresentado o folheto/newsletter da concelhia e dos autarcas do Partido Socialista.
Não deixe de estar presente e traga consigo um amigo!
O Presidente da Concelhia
Bruno Gomes
Contactos:
Bruno Gomes: 919 600 054
Carlos Martins: 917 208 017
* Confirmação de presença até ao dia 20 de Abril
domingo, 9 de abril de 2006
Escolhas.
sexta-feira, 7 de abril de 2006
Local de Passagem.
A Escolha Inteligente.
Com uma vida limitada não podemos ser ou fazer tudo. Estamos constantemente a ter de escolher com que e com quem passar o nosso tempo. Cultivar amizades toma tempo. Às vezes temos de recusar encontros e desapontar muitas pessoas para termos tempo de alcançar os nossos fins. Todos os dias temos de escolher entre as coisas que estão à venda. Não podemos ter o mundo inteiro, tal como uma criança não pode comprar todos os rebuçados da doçaria se tiver apenas um tostão. Esta é uma das grandes lições da vida. Temos de escolher na altura própria, e o destino é a seara que cresce da semente da escolha. A fórmula para uma escolha inteligente exige não só um profundo conhecimento de nós próprios como uma afirmação da nossa própria maneira de ser.
quinta-feira, 6 de abril de 2006
quarta-feira, 5 de abril de 2006
Inauguração da Variante.
terça-feira, 4 de abril de 2006
Actriz porno assume presidência de clube italiano.
Na formação da quarta divisão, a jovem natural de Cracóvia vai assessorar Maurizio Mian, um senhor de respeitável idade que tem um passado como presidente de um clube de maior dimensão, o Pisa. Karolcia não tem a experiência do companheiro de direcção, mas experiências são coisas que não lhe faltam na vida. Sobretudo ao lado do ícone porno Rocco Siffredi, o que lhe vale um grande reconhecimento do público italiano.
segunda-feira, 3 de abril de 2006
Inauguração.
A cerimónia de inauguração está marcada para as 16H00 no nó de Ferreira do Zêzere. A presidir vai estar o Secretário de Estado Adjunto das Obras Públicas, Paulo Campos.
domingo, 2 de abril de 2006
Ser Jovem Socialista - Parabéns João Heitor.
Comovi-me. Comovi-me porque apresentaram todo o percurso da vida dele, desde miúdo, nas actividades da JS, nas associações de estudantes, na sua concelhia, nas lutas, nas campanhas, nos lugares que tão bem desempenhou. O João é daquelas pessoas que estão sempre prontas para ajudarem, que têm sempre força, coragem e determinação, que acreditam sempre que podem vencer.
O João é e será uma referência como amigo, como camarada.
Passei algumas peripécias com ele, algumas histórias que tanta gente contou. Lutei ao lado dele porque acreditava. Fui muitas vezes “à pendura” em alta velocidade, gritámos muitas vezes JS, ouvi muitas vezes os seus conselhos, levantei muitas bandeiras com ele.
Ao fim ao cabo, estava ali uma grande família, uma família de socialistas a prestar homenagem a um amigo, a um familiar. Alguém que desempenhou quase todos os lugares que a JS tem por mérito, por valor, por capacidade. Alguém que sempre esteve pronto para trabalhar. Alguém que deu muito de si, da sua vida, por uma causa.
A Juventude Socialista, acima de uma organização político-partidário, é realmente uma família. Uma família com ideais, com convicções; mas com sentimentos e laços de afectividade.
Temos as nossas irreverências, fruto da nossa idade, da nossa espontaneidade, da nossa garra, mas ganhamos experiência, ganhamos calo.
Estar na política não é necessariamente estar num mundo louco de jogos de bastidores, de busca de poder. Existem, é certo, mas existem porque se quer.
Estar na política é lutar por ideais, por posições, por opiniões. É ter uma família que está unida, que é solidária e fraterna. No Sábado percebi-o de forma categórica. O quanto emocionante é homenagear um socialista de pé, com as lágrimas nos olhos.
A JS é uma “escola” que forma políticos, mas antes disso forma seres humanos, forma amigos, companheiros, camaradas. Gente que tem batalhas atrás de batalhas, gente que se preocupa com os seus amigos, que abdica de outras coisas por uma causa. Gente que se encontra aqui e ali, mesmo estando deste ou daquele lado. Gente que tem orgulho em ser socialista, em ser da Juventude Socialista.
Podemos mudar muita coisa, podemos dizer que contribuímos para uma melhor democracia, podemos dizer que somos socialistas.
Seguem-se novas vidas, fruto do andar do tempo, mas ficam sempre amizades, lembranças, e é isso que conta, que tem valor, que vale a pena.
São momentos como estes que mostram o que a vida tem de bom, o que fica, o que vai.
A Política tem destas coisas, a Política faz destas coisas. Faz homens e mulheres. Faz com que sejam lembrados, admirados e reconhecidos.
Parabéns João Heitor!
sábado, 1 de abril de 2006
sexta-feira, 31 de março de 2006
Galvão Teles inicia rodagens de novo filme.
Mas a escolha do cenário não foi fácil. O realizador andou quase dois anos a percorrer aldeias do país, em busca da sua Águas Altas - localidade onde tudo se vai passar. Conheceu Dornes em Janeiro último e, como ele próprio contou ao JN, "não precisei de ver mais nada".
Desde então, tem passado vários dias na localidade, onde conheceu inúmeros moradores, cujas características vai tentar passar para a tela, através dos actores que escolheu para o filme - João Tempera, Marco Delgado, Maria Adanez e Isabel Abreu, entre outros.A população local, que acolheu de braços abertos os actores e a equipa de produção, entra em várias cenas.Nos vários recantos da aldeia, nada habituada a animações deste tipo, o filme é o assunto mais falado.
'Dot.com' é uma comédia, cujo tema central são as novas tecnologias de informação. Um engenheiro cria, ali, um site da aldeia, Águas Altas, entrando em confronto com uma multinacional que tem o mesmo nome. Através de várias cenas, recheadas de humor, o filme vai explorando esta guerra entre David e Golias.
Galvão Teles experimenta uma particularidade inédita nunca antes um filme seu foi rodado tanto tempo num só cenário. A acção vai decorrer praticamente toda na aldeia - a equipa filmará ali nas próximas sete semanas -, com excepção de uma cena em Madrid e outra em Tomar.
O filme tem orçamento de cerca de dois milhões de euros, segundo explicou François Gonot, produtor executivo. Mas, produzido pela portuguesa Fado Filmes, terá co-produção de outras quatro empresas, de Espanha, Irlanda, Reino Unido e Brasil.
Não muito expectante em relação à reacção do público português, é no estrangeiro que o realizador centra a sua aposta. Pela primeira vez também, tem uma porta aberta no mercado inglês, através do trabalho de co-produção da Ipso Facto.
quinta-feira, 30 de março de 2006
Administração Pública.
quarta-feira, 29 de março de 2006
Utopia.
segunda-feira, 27 de março de 2006
Estreia do novo álbum dos Ginga.
Em breve nas FNAC de todo o país, o mais recente trabalho promete agitar o panorama da música folk portuguesa!
domingo, 26 de março de 2006
Desburocratização.
sexta-feira, 24 de março de 2006
Um dia aprendes...

“ Depois de algum tempo aprendes a diferença, a subtil diferença entre dar a mão e acorrentar a alma. E aprendes que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começas a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começas a aceitar as tuas derrotas com a cabeça erguida e os olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprendes a construir todas as estradas no hoje, porque o terreno de amanhã é incerto demais para os planos e o futuro tem o costume de cair em meio vão. Depois de um tempo, aprendes que o sol queima se ficares exposto por muito tempo. E aprendes que não importa o quanto te importes, algumas pessoas simplesmente não se importam…
E aceitas que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai magoar-te de vez em quando, e tu tens de perdoá-la por isso. Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais. Descobres que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destrui-la, e que podes fazer coisa num instante, das quais te arrependerás para o resto da vida. Aprendes que as verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que tens na vida mas o que és na vida.E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprendes que não temos de mudar de amigos se compreendermos que os amigos mudam, percebes que tu e o teu amigo podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobres que as pessoas com quem mais te importas na vida são tomadas de ti muito depressa, por isso devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vemos .Aprendes que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós próprios .Começas a aprender que não te deves comparar com os outros, mas com o melhor que tu próprio podes ser.
Descobres que levas muito tempo a tornares-te na pessoa que queres e que o tempo é curto. Aprendes que não importa onde já chegaste, mas aonde vais, mas ou tu controlas os teus actos ou eles te controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco, ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprendes que heróis são aqueles que fizeram o que era preciso fazer, enfrentando as consequências. Aprendes que a paciência requer muita prática, descobres que algumas vezes, a pessoa que esperas que te calque quando cais é uma das poucas pessoas que te ajuda a levantar. Aprendes que a maturidade tem mais a ver com o tipo de experiências que tiveste e o que aprendeste com elas do que com quantos aniversários celebraste.
Aprendes que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são tolices, poucas coisas são humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprendes que quando se está com raiva, tens todo o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.
Descobres que só porque alguém não te ama da maneira que queres que te ame, não significa que esse alguém não te ame, pois existem pessoas que nos amam, mas não sabem como demonstrar isso. Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes tens de aprender a perdoar-te a ti mesmo.
Aprendes que com a mesma severidade com que julgas serás em algum momento condenado.
Aprendes que não importa em quantos pedaços o teu coração foi partido, o mundo não pára para o consertar.
Aprendes que o tempo não é algo que possa voltar a trás. Portanto, planta o teu jardim e decora a tua alma, ao invés de esperar que alguém te traga flores.E aprendes que realmente podes suportar… que realmente és forte, e que podes ir muito mais longe depois de pensares que não podes mais.
E que realmente a vida tem valor e tu tens valor diante da vida! As nossas dúvidas são traidoras e fazem-nos perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar.”
quarta-feira, 22 de março de 2006
Jornal.
Mailing List.
terça-feira, 21 de março de 2006
Fixação de Jovens.
Perguntei-lhe quais as medidas que já tinha tomado para a Fixação de Jovens, as que vai tomar (se é que as vai tomar), como, quando e em que moldes.
Levava uma edição deste Jornal e tinha recolhido as palavras de uma outra edição, onde se dizia que a Câmara Municipal ia avançar com um projecto de promoção, que fomentasse a compra de habitação, isto em Abril de 2005 e em Setembro seguinte, vinha, em plena campanha autárquica, que era objectivo do Presidente da Câmara infra-estruturar terrenos nas freguesias e vendê-los a preço de custo para o estabelecimento de mais habitantes.
Sabendo que os recursos económicos locais e a fixação de jovens casais são condições essenciais para o crescimento da população de uma localidade. Sabendo que na maior parte das freguesias o número de habitantes e jovens tem vindo a decrescer, e como jovem que sou, achei francamente importante informar-me acerca das políticas que este executivo tem em mente.
Confesso que fiquei algo descontente, pois ao invés de o Sr. Presidente me dizer quais eram as medidas que estava a tomar ou a pensar tomar, pediu-me para ser eu a dar exemplos de políticas geradoras de fixação de jovens no nosso concelho. Mais uma vez, e como acontece sistematicamente (porque será!?), não fui elucidado. Lá dei eu um ou outro exemplo, visivelmente transtornado, pois existem um conjunto basilar significativo de medidas que todas as autarquias (pelos vistos, a nossa é excepção) tomam. Conclui então que este executivo não tem medidas concretas para este problema, o que é preocupante.
Pegando no manifesto autárquico da Juventude Socialista de Ferreira do Zêzere das últimas autárquicas, “copiei” algumas medidas directamente relacionadas com a fixação de jovens, sabendo de antemão que a fixação de jovens não depende somente destas medidas, mas de um aglomerado de factores.
Falávamos em criar um “Cartão-jovem Ferreirense” e em desenvolver o programa “Habitação Jovem”, que consiste em criar habitações/terrenos a baixos preços nas zonas rurais para que se consiga uma maior fixação de jovens.
Não contente ainda e querendo ser mais específico, dei uma “olhadela” num motor de busca na Internet para saber outras medidas reais, que fossem de fácil resolução e que a generalidade das autarquias as tivessem tomado para combater este grave problema.
Destaco algumas frases:
“A Câmara de Vimioso entregou, ontem, os prémios, num total de 102 mil euros, aos bebés contemplados (…) A iniciativa pretendeu premiar com 500 euros as mulheres do concelho que deram à luz este ano. A Câmara pretendeu assim dar um pequeno contributo para a fixação de jovens casais no concelho. De acordo com José Rodrigues, autarca local, "isto é o cumprimento de uma promessa eleitoral com vista a encorajar os jovens casais que ainda têm a coragem de resistir à interioridade".
“No concelho de Murça o combate à desertificação é feito através do convite ao casamento e fixação, contribuindo a autarquia local com um subsídio de 2.000 euros, através de um regulamento próprio que define as regras do “jogo”, tais como: entrega do apoio em três tranches ao longo de três anos; e a forma como o casal pode em qualquer altura desistir do contrato obrigando-se a restituir os montantes recebidos à câmara municipal.”
Coisas simples, de fácil resolução, de fácil acesso e com resultados rápidos.
Porque não baixar a taxa do Imposto Municipal sobre Imóveis?!
Porque não incentivar o aparecimento de novas profissões e actividades na área do turismo, mais aliciantes à fixação dos jovens?!
Tantas medidas se podem tomar, basta querer, basta dinamizar, basta promover, basta olhar, basta copiar.
Aqui estão algumas singelas medidas, fico esperançado que as retribuam, que as complementem, que as adicionem e que as aproveitem. Concerteza irei propor algumas medidas na Assembleia Municipal.
segunda-feira, 20 de março de 2006
Não sabia.
domingo, 19 de março de 2006
Que triste gente.
sexta-feira, 17 de março de 2006
quinta-feira, 16 de março de 2006
Troca de palavras.
O que tenho vindo a saber, a concluir ou mesmo a ver, leva-me a ser de opinião que este executivo não quer fazer, não se dá ao trabalho, não luta, não é inteligente, não é pioneiro. Ferreira perdeu muito mesmo e vai continuar a perder. E acredito que como eu, você saiba tanto ou mais do que falo.
As minhas intervenções nas reuniões de Assembleia Municipal provam isso. O Sr. Presidente ou se “esquece” de me elucidar ou simplesmente não quer responder, dizendo para eu dar exemplos, como na última reunião. E são coisas simples.
Como disse no comentário que fiz, considero o Presidente da Câmara um mau autarca, se fosse um bom autarca, Ferreira não estaria assim.
Estou convencido, ou talvez estejamos convencidos que o grande mal deste concelho passa pelo actual executivo e tenho gente da sua bancada com a mesma opinião.
Acredito e convenço-me que existe um conjunto de pessoas que querem mudar Ferreira para melhor, que querem um concelho livre, que têm alternativas, que tratam todos por igual.
Será “milagre” o que é feito em Vila de Rei?! Concerteza que não, o que existe é bom senso, é trabalho, é luta. Eu vou dizendo que basta copiar os nossos vizinhos.
Portanto, a minha opinião é aquela que dei anteriormente.
De qualquer forma, somos livres de tomar partidos e opiniões. E eu não digo mal, digo é aquilo que vejo, que entendo. Ando farto de ver Ferreira a ficar para trás, de benefícios pessoais, de cunhas, de compadrios, ando farto de uma máquina política laranja, que quer controlar tudo e todos.
É por isso que falo, ou "digo mal", como você escreve. Enquanto tiver força, garra e convicção, lutarei por ver Ferreira mais desenvolvida, mais justa e mais equilibrada.
Porque se existe Justiça é para se exercer.
Entendo que as suas palavras são sempre bem vindas neste espaço.
Cumprimentos.
Esclareço que estas minhas palavras são a título pessoal.
quarta-feira, 15 de março de 2006
terça-feira, 14 de março de 2006
Para quando, em Ferreira!?
segunda-feira, 13 de março de 2006
Cavaquismo.
sexta-feira, 10 de março de 2006
Mais uma prova.
quinta-feira, 9 de março de 2006
Troca de palavras.
Senti necessidade de lhe responder, até porque os leitores merecem saber o que pensamos e fazemos perante determinadas situações. Afinal, também são elas que traduzem quem somos.
Confesso que gostei das suas palavras, são de coragem, de bom senso e demonstram também a sua forma de pensar e de estar.
Trabalho para que haja uma “política jovem” e diferente como falou.
Fala no tal Sistema. Sistema que deve conhecer bem. Sistema do qual directa ou indirectamente não quer (ou será que quer?!) fazer parte. Mas faz. Acredito até que o querem condicionar pela sua pretensa imparcialidade.
Mas o que é o Sistema!? O sistema para mim é só um. Uma máquina alaranjada cansada e arcaica, do qual o meu amigo Nuno Benedito não faz parte.
No Partido Socialista, não há sistema, todos valem a mesma coisa, todas as palavras são ouvidas, ninguém quer controlar ninguém, ninguém quer controlar tudo e todos, usando todas as artimanhas possíveis e imaginárias.
Ao contrário do que diz, tenho uma boa relação de amizade com o Nuno, conhecemo-nos e cambiamos por vezes opiniões diversas. É uma pessoa que muito estimo e com quem troco palavras sobre isto ou aquilo, sobre esta ou aquela tomada de posição, desta ou daquela pessoa, neste ou naquele momento.
É das escassas pessoas do seu lado (continuo a não perceber a sua decisão pelo alaranjado) com quem tenho confiança para ter uma conversa séria, digna e imparcial. Temos ideias diferentes, mas temos um objectivo comum, melhorar Ferreira do Zêzere.
E é nisto que o Nuno se destaca. Não acredito que o sistema o condicione e admiro-o por isso.
Dei-lhe os Parabéns pela sua entrevista, achei que fez bem em se impor, em dizer o que pensa e o que quer. Espero sinceramente que consiga dignificar o seu partido, e desmoronar o sistema que tanto se fala.
Tem um duro caminho, mas estou convicto que o consegue atingir. Força Nuno.
Da minha parte, digo em voz alta que nunca serei instrumentalizado perante quem quer que seja. Não faz parte de mim ser condicionado, influenciado ou mesmo “programado”. Sou livre, com convicções e ideais.
Sim, eu deixei no ar o desejo de querer organizar um grande debate em torno do concelho, será aberto a todas as “confissões”, como lhe chama. Os “velhos”, como menciona, podem entrar.
PS: Quanto às pressões que querem que sofra, dentro e fora da Assembleia Municipal, digo e redigo, venham elas, dá-me um gozo imenso aguentar-me a elas. Epá, e não me venham com histórias do “Ele é jovem e tal…”, fazem-me lembrar o “bacano” do Gato Fedorento.




























